O Língua Madre encontra-se no coração do Bairro do Liceu, uma das zonas mais acolhedoras e históricas de Setúbal. Entre ruas tranquilas, jardins de bairro, a proximidade ao Parque da Várzea e a poucos minutos das principais artérias da cidade, o restaurante abre as suas portas num espaço intimista que une tradição italiana e o espírito descontraído setubalense. É aqui, neste cruzamento entre memória e identidade local, que o Língua Madre ganha vida.
Mantivemos a luz natural, a proximidade das mesas e a sensação de entrar num lugar vivido, porque aqui a história não está nos ornamentos, mas nas memórias que a cozinha desperta. Cada detalhe do espaço foi pensado para evocar as casas italianas dos anos 80 e 90, onde o conforto era real e a mesa reunia toda a família.
No Língua Madre, autenticidade e calma encontram-se à mesa. Quer venha desacelerar, brindar ou partilhar um prato que sabe a memória, esta é a sua casa longe de casa.
No Língua Madre não seguimos a linha dos grandes chefs que viajam pelo mundo. A nossa cozinha nasce de algo mais íntimo e verdadeiro: as receitas da mãe, da avó e das tias da Maria, aperfeiçoadas ao longo de décadas de domingos barulhentos, opiniões fortes e um rigor silencioso que só existe nas melhores famílias italianas.
É essa tradição doméstica, simples, técnica e cheia de memória, que guia cada prato da casa. Da pasta artesanal aos ingredientes de origem certificada, tudo é escolhido com a mesma exigência com que a família escolhia o vencedor da “Estrela da Família”.
Aqui, cozinha-se como sempre se cozinhou em Nápoles: com poucos ingredientes, muito respeito e uma honestidade que não se esconde atrás de artifícios.
Sabores mediterrânicos genuínos, ingredientes de origem certificada italiana e massas vindas de antigos pastifici de Gragnano berço da Pasta di Gragnano IGP dão o tom ao Lingua Madre. Aqui, cada prato nasce de poucos ingredientes, trabalhados com a simplicidade exigente que define a tradição napolitana onde o sabor fala mais alto do que qualquer artifício.
“Make it look simple, the very complicated thing.”
Massimo Bottura